12 de jun. de 2014

If we don’t count the poor, the poor don't count

The main tools most governments use to measure poverty grossly underestimate the scale of the problem and must be reset. This includes 'poverty lines', the minimum amounts of money people in a given place need to avoid poverty.

City mayors and national governments, the World Bank and the United Nations all use poverty lines to set policy. The Millennium Development Goals, for instance, use US$1.25 a day as the line that marks extreme poverty. The post-2015 Sustainable Development Goals will probably do the same.

But this poverty line and most other lines are fatally flawed. They only measure part of what it means to be poor, and that means they undercount, particularly in urban areas.

Fonte: IIED, 12/06/2014


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11 de jun. de 2014

No semiárido, a convivência com a seca

No semiárido nordestino, o trato da seca vem mudando ao longo dos últimos anos. Se antes a população combatia o fenômeno, agora se vê diante de uma nova proposta política: a convivência com a seca. Há oito anos, Aparecida dos Santos recebeu uma cisterna para armazenar água em sua residência. Até então, era preciso andar cerca de três quilômetros para buscar água para ela e os quatro filhos. Aos 39 anos, Aparecida lembra que a infância inteira foi assim na cidade de Ipirá, na Bahia, a cerca de 200 quilômetros de Salvador: "A gente ia buscar água de bode, como a gente chama. É água barrenta, que a gente tinha que filtrar e ferver. Mas esse era o jeito: pegar água com balde e voltar carregando na cabeça", diz ela.

Fonte: Carta Capital, 10/06/2014


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Pobres não usam dinheiro de assistência com cigarro e álcool

Seria de se esperar que o aumento de renda causasse um aumento do consumo de cigarro e álcool - como qualquer aumento de renda causa em qualquer tipo de bem. No entanto, esse efeito acontece de forma diferente no contexto da transferência de renda.

Em programas com condições - como, por exemplo, a exigência de matrícula e vacinação no Bolsa Família - aparece o "efeito de substituição": ou seja, começa a valer mais a pena investir em saúde e educação do que valia antes.

Da mesma forma, muitos programas vem acompanhados de campanhas sociais que orientam o uso do dinheiro. A decisão de colocar os benefícios na conta das mulheres e não dos homens também faz a diferença, já que elas costumam levar mais em conta o interesse dos filhos.

Fonte: Revista Exame, 10/06/2014


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3 de jun. de 2014

IBGE disponibiliza mapas vetoriais da região Nordeste

Já está disponível no site do IBGE um conjunto de arquivos digitais vetoriais (shapes, isto é, que podem ser manipulados pelos usuários), resultado dos levantamentos sobre a Cobertura e o Uso da Terra em Rondônia e sobre Hidrogeologia e Hidroquímica de Superfície e Subterrânea na região Nordeste. Estes e outros mapas podem ser acessados pelo link http://mapas.ibge.gov.br/.

O mapa da Cobertura e do Uso da Terra de Rondônia representa o detalhamento do arquivo lançado em 2013 com a escala 1:1.000.000 (1cm = 10km). Ele agora é apresentado em formato vetorial, na escala de 1:250.000 (1cm = 2,5km), de modo a permitir maior possibilidade de manipulação pelo usuário. O acesso pode ser feito pelo link ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapas_tematicos/uso_da_terra/unidades_federacao/shape/RO/.

Os mapas de Hidroquímica dos Mananciais Subterrâneos e Superficiais e o Mapa Hidrogeológico da região Nordeste em formato vetorial também permitirão maior manipulação pelo usuário. Eles haviam sido disponibilizados em dezembro de 2013 no formato PDF, na escala de 1:2.500.000 (1cm = 25km).

Os três mapas trazem informações sobre os aquíferos e a qualidade química das águas subterrâneas e superficiais desta região, a mais carente de recursos hídricos do país, oferecendo subsídios para o planejamento de ações e para o uso racional dos recursos hídricos. O link de acesso éftp://geoftp.ibge.gov.br/mapas_tematicos/recursos_hídricos/regionais.

Em breve, todos estarão disponíveis no site da INDE – Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais, para consultas, pelo link ww.visualizador.inde.gov.br.

Fonte: IBGE, Sala de Imprensa, 02/06/2014


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14 de abr. de 2014

REVISTA BRASILEIRA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

Revista Brasileira de M&A n.5 é lançada em Seminário Gestão da Informação e Monitoramento na ENAP dia 14

A REVISTA BRASILEIRA DE MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO privilegiou em seu quinto número a reflexão sobre monitoramento de programas no Brasil, abordando :

- Mitos e premissas sobre as práticas de monitoramento e avaliação no Brasil.
- A experiência do Ministério do Planejamento no monitoramento das prioridades da Presidência da República
- A discussão sobre os desafios de incorporar visões mais estratégias de monitoramento e avaliação nos sistemas de informação governamental.
- As limitações do uso do Índice de Desenvolvimento Humano como instrumento de monitoramento e avaliação das políticas sociais no Brasil.
- Relatos dos sistemas de monitoramento do MDS, Ministério da Educação, da Saúde, do Meio Ambiente e da experiência de formação da ENAP na área.
- Entrevista com a presidente do IBGE, Wasmália Bivar.

Fonte: Sagi Notícias, 12/04/2014



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11 de abr. de 2014

Oficina Técnica com pesquisadores do Edital CNPq/MDS - 24/2013

Como atividade prevista quando do lançamento do Edital CNPQ 24/2013, de fomento a projetos de pesquisa nas linhas programáticas e temáticas do MDS, o Departamento de Avaliação da SAGI está organizando a primeira Oficina Técnica com coordenadores dos projetos e técnicos das Secretarias finalísticas nos dias 9 e 10 de abril, das 9h as 18h, no Instituto Israel Pinheiro, em Brasília.

O objetivo da oficina é apresentar aos pesquisadores as ferramentas, indicadores, estudos e pesquisas disponíveis na SAGI para desenvolvimento de projetos de pesquisa sobre Políticas e programas de Desenvolvimento Social e promover discussão técnica entre os pesquisadores, especialistas convidados e técnicos das secretarias finalísticas do MDS sobre os projetos, seus objetivos e metodologias, contribuindo para maior esclarecimento sobre as finalidades, públicos e desenho operacional dos programas, ações e serviços operados pelo Ministério.

Fonte: Sagi Noticias, 07/04/2014


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7 de abr. de 2014

POLÍTICAS PÚBLICAS E POPULAÇÃO | Divulgação do projeto "Demografia da Seca"

Um exemplo da importância das políticas públicas para contribuir na adaptação da população vulnerável às questões ambientais é a relação entre migração e as secas no Nordeste. Um projeto que estamos desenvolvendo este ano na UFRN pretende analisar o papel das políticas de transferência de renda nos aspectos demográficos da região do semiárido setentrional nordestino. Uma das questões que esse projeto vai analisar é saber qual foi o impacto que as políticas de transferência de renda tiveram sobre a emigração da região. A recente estiagem, que foi uma das mais graves dos últimos 50 anos, não ocasionou o mesmo êxodo populacional ocorrido em décadas passadas. A hipótese é que políticas sociais adequadas permitem que as pessoas permaneçam com seu modo de vida e reduzam a necessidade de se deslocar para as grandes cidades na busca de outras oportunidades.

Fonte: Jornal Tribuna do Norte, 06/04/2014

[Leia a reportagem completa]

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